segunda-feira, 19 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
A regionalização do espaço brasileiro
Dividir
o Brasil em regiões é tarefa empreendida por estudiosos para atender a
diferentes necessidades. Mas também é um ato administrativo-político do poder
público no sentido de ordenar a aplicação de programas econômicos e sociais e
de coletar informações. Assim, podemos ter acesso a vários tipos de
regionalização
Cada proposta de regionalização é sustentada por
finalidades e critérios distintos. Se a finalidade é fazer um estudo das
paisagens naturais do território brasileiro, os critérios adotados tomam como
referência os componentes físicos do espaço – clima, vegetação, relevo,
hidrografia, solo etc. de outra forma, se o objetivo for o entendimento quanto
à distribuição de atividades econômicas no território, os critérios adotados
serão os tipos de atividades econômicas (indústria, agricultura, comércio), o
nível tecnológico das atividades, o volume de produção e uma infinidade de
outros detalhes que se queria destaca
Diferentes regionalizações do território brasileiro, já foram elaboradas como a: A regionalização oficial do IBGE- Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística que divide o Brasil em cinco (05) macrorregiões: Região Norte, Região Nordeste, Região Centro-Oeste, Região Sudeste e Região Sul (FIG.1); A regionalização do Brasil em domínios Morfoclimáticos (FIG.3) que recebe a denominação de paisagens ou fronteiras naturais, sistematizado por Aziz Ab’Saber, o qual elaborou um recorte de nosso território em ( Domínio Amazônico, Domínio do cerrado, Domínio da Caatinga, Domínio Mares de Morro, Domínio Das Araucárias, Domínio das Pradarias e Faixas de Transição).
Diferentes regionalizações do território brasileiro, já foram elaboradas como a: A regionalização oficial do IBGE- Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística que divide o Brasil em cinco (05) macrorregiões: Região Norte, Região Nordeste, Região Centro-Oeste, Região Sudeste e Região Sul (FIG.1); A regionalização do Brasil em domínios Morfoclimáticos (FIG.3) que recebe a denominação de paisagens ou fronteiras naturais, sistematizado por Aziz Ab’Saber, o qual elaborou um recorte de nosso território em ( Domínio Amazônico, Domínio do cerrado, Domínio da Caatinga, Domínio Mares de Morro, Domínio Das Araucárias, Domínio das Pradarias e Faixas de Transição).

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Mapa dos Complexos Regionais (1-Amazônia -2-Centro-Sul 3-Nordeste )
Os quatro brasis( Milton Santos e Maria Laura da Silveira )
Regionalização de Planejamento dos Militares
terça-feira, 13 de março de 2012
A REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL EM DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS
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| Geógrafo brasileiro Aziz Nacib Ab' Saber |
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aziz_Ab'Saber
sábado, 10 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
A PRIMAVERA ÁRABE
Em dezembro de 2010 um jovem tunisiano, desempregado, ateou fogo ao próprio corpo como manifestação contra as condições de vida no país. Ele não sabia, mas o ato desesperado, que terminou com a própria morte, seria o pontapé inicial do que viria a ser chamado mais tarde de Primavera Árabe. Protestos se espalharam pela Tunísia, levando o presidente Zine el-Abdine Ben Ali a fugir para a Arábia Saudita apenas dez dias depois. Ben Ali estava no poder desde novembro de 1987.
Inspirados no "sucesso" dos protestos na Tunísia, os egípcios foram às ruas. A saída do presidente Hosni Mubarak, que estava no poder havia 30 anos, demoraria um pouco mais. Enfraquecido, ele renunciou dezoito dias depois do início das manifestações populares, concentradas na praça Tahrir (ou praça da Libertação, em árabe), noCairo, a capital do Egito. Mais tarde, Mubarak seria internado e, mesmo em uma cama hospitalar, seria levado a julgamento.
A Tunísia e o Egito foram às urnas já no primeiro ano da Primavera Árabe. Nos dois países, partidos islâmicos saíram na frente. A Tunísia elegeu, em eleições muito disputadas, o Ennahda. No Egito, a Irmandade Muçulmana despontou como favorito nas apurações iniciais do pleito parlamentar.
A Líbia demorou bem mais até derrubar o coronel Muamar Kadafi, o ditador que estava havia mais tempo no poder na região: 42 anos, desde 1969. O país se envolveu em uma violenta guerra civil, com rebeldes avançando lentamente sobre as cidades ainda dominadas pelo regime de Kadafi. Trípoli, a capital, caiu em agosto. Dois meses depois, o caricato ditador seria capturado e morto em um buraco de esgoto em Sirte, sua cidade natal.
O último ditador a cair foi Ali Abdullah Saleh, presidente do Iêmen. Meses depois de ficar gravemente ferido em um atentado contra a mesquita do palácio presidencial emSanaa, Saleh assinou um acordo para deixar o poder. O vice-presidente, Abd Rabbuh Mansur al-Radi, anunciou então um governo de reconciliação nacional. A saída negociada de Saleh foi também fruto de pressão popular.
FONTE: http://topicos.estadao.com.br/primavera-arabe
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